“Se isso não é amor, o que mais pode ser?”
Jota quest 
“Colabora, pô. Tá tão fácil me ganhar.”
Tati Bernardi. 
“Nunca me conformei com o fim de nada. Por mais que eu sentisse que era a hora.”
Tati Bernardi. 
“Você não pode adiar a sua vida, ela não espera por você.”
A morte e vida de Charlie.   
“Eu queria que desse certo sabe… Ao menos uma vez, queria que tudo o que eu faço não estragasse tudo. Mas é sempre assim não é? "Se não der errado não sou eu" cada vez eu creio mais nisso, não porque quero crer mas porque tudo me leva a isso. Afinal acho que nasci para estragar as coisas, talvez seja essa a única coisa na qual eu realmente seja boa.”
Ana B. nublei 
“Me busco em músicas que dão ritmo ao que sinto de forma silenciosa e me busco em trechos de livros que revelam idéias que mantenho ainda embaralhadas.”
Martha Medeiros.  
“Aprende com o silêncio a reparar nas coisas mais simples, valorizar o que é belo, ouvir o que faz algum sentido, evitar reclamações vazias e sem sentido, aprende com o silêncio que a solidão não é o pior castigo, existem companhias bem piores. Aprende com o silêncio que a vida é boa, que nós só precisamos olhar para o lado certo, ouvir a música certa, ler o livro certo, que pode ser qualquer livro, desde que tu o leias até o fim.”
As palavras que nunca te direi. 

Tu sabe que eu vou voltar, aguarda o tempo que dá, vida longa, mundo pequeno a gente ainda vai se encontrar ✌️

Tem coisas que a gente tem que deixar no passado, foi bom, foi gostoso, mas foi.

“Não espere para viver, tem coisa que não volta.”
Clarissa Corrêa.   
Nunca tenha ingratidão com quem já te fortaleceu.”
Charlie Brown Jr.   
“Maria Clarisse se achava diferente. Maria Clarisse era colorida. Ela era preto e era verde, e no meio do negro e do mato ela era também céu. Ela tinha 9 anos e queria aprender a voar, queria nadar e queria correr, também. Maria Clarisse tinha vontades incontestáveis de conhecer a Rússia, e mais de quarenta e nove vezes tudo o que ela desejou foi ter nascido abóbora. Maria Clarisse gostava de gatos e tinha cachorro, seu sonho sempre foi ter coelho. Maria Clarisse era Maria porque sua avó era Mariana e era Clarisse porque seus pais ouviam Renato Russo. Maria Clarisse não via, nem ouvia e muito menos ela falava. Surda, muda e cega, Maria Clarisse criou seu próprio mundo, e lá ela era tudo o que ela queria ser. Ela era Maria e era canguru, ao mesmo tempo que era passarinho. Ela era Clarisse e era sol, ao mesmo tempo que era chuva.”
Maria Clarisse era e não eraA rabequista.  
“Aquele momento que você se ajoelha e sua lágrima se torna sua oração.”
Milena.  

Antes eu fazia questão. Agora, tanto faz, ou nem faz.

“João nasceu sem chorar, levou palmada do doutor até a mãe ficar com dó. Parecia que João já veio ao mundo querendo chorar de dor, mas não queria incomodar. João comia todos os vegetais e legumes do prato. João cresceu forte e saudável, com o estômago verde e os olhos azedos pelo espinafre que engoliu ao longo da vida. João quando aprendeu a rimar, odiava o próprio nome. Odiava os colegas na hora da chamada. João, pé de feijão. João passou a odiar os contos de fada. João via girafas no céu, até que alguém disse que nuvem era água vaporizada. E João nunca mais viu uma girava no céu, por medo de contrariar. João odiava matemática, mas estudou e levou um dez por medo de reprovar. João fechava a janela do quarto quando os passarinhos acordavam, porque ele gostava de dormir sempre uma hora a mais, por medo de não conseguir assistir a aula no dia seguinte. João colocava o fone de ouvido baixo, por medo de prejudicar a audição. João reclamava quando o chiclete perdia o açúcar, e nunca passou mais de 5 minutos mascando porque detestava dentista, por medo de apodrecer os dentes. João enricou, por medo de não poder mais reclamar de nada. O João, que odiava matemática, virou engenheiro. João detestava azul, mas comprava sempre da mesma cor, por medo de mudar. João odiava a mulher que dava troco em balas, mas aceitava, por medo de ter que esperar um pouco mais na fila. João jogava as balas fora, não dava pra criança pobre nenhuma, porque não queria alimentar a vadiagem. João odiava o calor, e mandou comprar um ar-condicionado que sugava o seu nariz, porque não queria suar. João nunca montou caras no suporte do ventilador, nem ouviu como sua voz ficaria engraçada se ele tivesse gritado nas hélices. João reclamava do barulho de tábuas rangendo, e nunca conseguiu escutar o som dos netos quando eles começaram a andar. E agora o João era Seu João, um velho que nunca precisou de óculos porque nunca quis saber de ler no escuro, um homem que escutava qualquer coisa, mas preferia ser surdo a ter que ouvir todo aquele silêncio proposital, um homem que comeu todos os vegetais do prato, que não tinha uma única cárie, que era engenheiro e odiava matemática. João morreu dormindo. Por medo de incomodar.”
Cinzentos.  

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