Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração.
O Pequeno Príncipe.   (via evidencias)
A nossa história era complicada. Brigávamos mais do que nos entendíamos e ainda assim havia mais amor do que ódio. Na verdade nunca conseguimos nos odiar. Dizíamos coisas horríveis e prometíamos nunca mais nos falar, mas na hora seguinte a gente já estava aos mimos. É que amar também é isso: amar é brigar. O que a gente seria se não fosse nossas intermináveis horas de discussões? Você fazia eu te odiar, pra depois te amar mais. Um casal sem brigas não é um casal. Na verdade eu nem sabia se a gente era um casal. O que nós éramos, afinal? O que nós somos? Não queria saber. Nem quero. Deixa assim mesmo, sem definição. A gente é uma mistura. Misturas não possuem definições. A gente simplesmente é. E nada melhor do que ser. E ser pra sempre.
Parimundi (via pesarosas)
Nudez

sonhavas:

Do que a vida nos veste, o amor nos despe.

Vibe positiva é isso 👏
Ai a garota de 12 anos posta: “Ai que saudade de você, debaixo do meu cobertor”. Sua mãe colocou seu urso de pelúcia pra lavar, fofa?
Acho que o mal do século 21 é a ilusão.
mesmo que cê não saiba, sou eu, não tem outra, pra mudar sua vida assim só eu
A vida é uma grande, uma gigantesca confusão. Mas essa é também a beleza dela.
— Se eu fica
Mas não estou triste, e tampouco alegre, não estou sentindo nada. Pode jogar água fervendo no meu peito, eu não vou gritar.
Martha Medeiros.  
A única recompensa que você recebe depois de sofrer, é amadurecimento. Mais nada, afinal, vida não mima ninguém.
Tati Bernardi.
Não volto mais. Não adianta resistir na janela, apertar o interfone, mexer as pernas com intranqüilidade, recorrer às paredes, avisar os parentes. Não volto mais. Podes arrumar a casa sem o café, virar o cinzeiro, dispensar os livros arranhados, os discos sublinhados. Não volto mais. Haverá espaço sobrando na mesa, na cama, no banho, no armário. Haverá espaço sobrando em teu ouvido. Não volto mais. Não sentirá o susto de ter adivinhado minhas idéias, o meu desespero em falar das novidades, os meus casacos espalhados nas cadeiras. Não volto mais. Não haverá jogos, apostas e brigas, o calendário permanecerá na mesma folha de novembro, não chegarei mais atrasado, a garrafa de vinho restará à toa, a chuva será água com gás. Não volto mais. Logo esquecerás o número de meus sapatos, o meu peso, o tamanho dos ternos, dos sonhos, dos fracassos. Não volto mais. Comprarás tudo em dobro: o amor, o xampu, os sabonetes, o pão, a comida. Pagarás tudo em dobro para consumir a metade. Jantarás de lado, com a televisão. Fecharás a casa deixando a tranca de dentro aberta. Manterás a esperança na escrivaninha. Não volto mais. Não identificarás as árvores e os colegas em teu trajeto pelo trabalho. Ninguém vai te ligar para entreter o cansaço. Não volto mais. Teu inverno demorará no escuro, teu verão demorará na luz. Não estarei esperando na porta. Faltará alguém para te elogiar. Não confiarás no espelho. Não volto mais. Tuas lembranças serão deserdadas, parte das fotos sumirão de repente, as cartas servirão de rascunhos. Deixarás de comer peixe com receio dos espinhos. Não volto mais. Me chamarás de filho da puta e conversarás com a minha mãe para saber de notícias. Me ofenderás por não te entender, por não te amar, por não insistir. Me julgarás sem direito a opinar. Convencerás tuas amigas que sou desleal, que não fui fiel, que não presto. Tomarás um porre para chorar, a verdade será maior do que a tua vontade de mentir. Não volto mais. O último beijo será o primeiro. Pastarás o pão com as migalhas irritadas, pastarás o papel com as vogais irritadas. Não volto mais. Vais odiar a sala limpa, as estantes alinhadas. Mandarás flores para teu endereço. Minha tosse não te acordará de noite. Não volto mais. Não faremos mais sinais em lojas, não subiremos as vozes no carro, não torceremos juntos. Não volto mais. Tentarás prever onde ando, com quem saio, com quem finjo. Meus cabelos serão nuvens pelo tapete. Retornará o medo de fantasmas, de versos. Não volto mais.
Carpinejar 
Por favor um app que apage todas as merdas que eu ja fiz na vida.
Antes eu achava que todo mundo era meu amigo. Um dia, depois de muito sentir um gosto amargo e horrível na boca, descobri que muita gente queria me ferrar. Sim, as pessoas querem (e vão, me desculpa, mas vão) te ferrar. Tem amigo que não suporta te ver feliz. Tem conhecido que não aguenta ver o teu sucesso. Tem amigo que não gosta de ver que o teu relacionamento está dando certo. Tem parente que sente um ciúme trouxa. Tem gente que não sabe o que é gostar. Tem gente que não respeita nada. Acredito no seguinte: o olho das pessoas que gostam de você sempre vai brilhar quando alguma coisa boa te acontece. Se ele não brilha, meu amigo, há algo errado no paraíso.
Clarissa Corrêa. 
Tem coisas que nunca vão voltar, por mais que você queira, por mais que deseje, pra certas coisas a vida não dá segunda chance.
eu já usei a única chance.
Se alguma coisa não deu certo pra você, não jogue a culpa no amor. Ele não tem nada a ver com isso. As coisas dão certo até onde têm que dar. Se parou de funcionar, se o amor morreu sufocado ou afogado, se não tem mais jeito, o negócio é viver o luto, curtir a fossa e cuidar da vida. Fazer aula de italiano, ler vários livros, assistir filmes, jogar charme para o vizinho do andar de cima. Sem ofender o amor e os apaixonados. Porque um dia você vai amar de novo.
Clarissa Corrêa.